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sábado, 12 de novembro de 2016
terça-feira, 8 de novembro de 2016
sábado, 29 de outubro de 2016
domingo, 23 de outubro de 2016
domingo, 16 de outubro de 2016
domingo, 18 de setembro de 2016
Oktoberfest, o festival onde a cerveja é rainha
Já começou mais uma edição do festival de cerveja de Munique. Este ano, o Oktoberfest tem segurança reforçada, ainda assim, a organização espera milhares de visitantes de todo o mundo.
Oktoberfest em recinto fechado pela 1.ª vez em 200 anos
Pela primeira vez em 200 anos o Oktoberfest vai decorrer em recinto fechado. A segurança foi reforçada para o maior festival de cerveja do mundo que decorre em Munique, na Alemanha
sábado, 9 de julho de 2016
terça-feira, 17 de maio de 2016
Dresden vista desde el aire
Estoy en Dresde, la
“Florencia del Elba”. Una de las ciudades monumentales más bonitas del este de
Alemania. Y he tenido el inmenso placer de verla desde el aire. A vuelo de
pájaro; o más bien, de drone. Os lo enseño en este vídeo. Dresde, la capital
del Estado Libre de Sajonia, es conocida por su monumentalidad. Y también por el
terrible y controvertido bombardeo de la aviación aliada que sufrió en las
postrimerías de la II Guerra Mundial. La alfombra de fuego que derramaron los
aviones británicos y estadounidenses (mil bombarderos atacando en oleadas
durante tres días, del 13 al 15 de febrero de 1945) arrasó el centro histórico
(El Pais)
sábado, 7 de maio de 2016
Berlim: A luta restringe aluguer via plataformas como Airbnb
Face à escassez de apartamentos para arrendar e à forte subida das rendas, a capital alemã restringe o aluguer temporário de apartamentos e casas inteiras através de plataformas como Airbnb (Euronews)
sábado, 27 de fevereiro de 2016
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
O vídeo que está a deixar os alemães "envergonhados"
Video partilhado nas redes sociais está a indignar os germânicos.O vídeo que se segue está a deixar envergonhados muitos alemães. Um grupo de cerca de uma centena de militantes de direita bloqueou um autocarro que transportava cerca de 15 refugiados em Clausnitz, na Saxónia. Os manifestantes insultaram os passageiros, em trânsito para um centro de acolhimento local, impediram-nos de descer do veículo e, entre outras coisas, gritaram: “Nós somos o povo” (Económico)
sábado, 9 de janeiro de 2016
Merkel quer deportar mais rapidamente migrantes envolvidos em violações
Depois dos ataques de Colónia, em que alegadamente 121 mulheres foram violadas, espera-se que o partido da chanceler alemã, Angela Merkel, introduza regras mais duras para a expulsão do país dos refugiados que cometam crimes.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Grupo de mil homens agride e ataca sexualmente mais de 1000 mulheres
Os acontecimentos
na noite de ano novo na cidade alemã de Colónia estão a incendiar a polémica
sobre a política de acolhimento de refugiados. Na passagem de ano, mais de 100
mulheres foram atacadas, algumas sexualmente, por um grupo de mil homens, que a
polícia diz terem origem árabe.
sexta-feira, 17 de julho de 2015
Angela Merkel confrontada por jovem refugiada que vai ser expulsa da Alemanha
Raras vezes um chefe de governo terá sido confrontado publicamente com uma situação tão embaraçosa e dramática. Na quarta-feira, Angela Merkel participou num encontro intitulado "Vida Boa na Alemanha", durante o qual respondeu a questões de alunos com idades entre os 14 e os 17 anos de uma escola de Rostock, no norte do país. As perguntas de Reem, uma refugiada palestiniana que veio de um campo no Líbano há quatro anos, não podiam ser mais pertinentes e dramáticas: porque é que ela e a família vão ser deportados da Alemanha em breve? Porque é que ela vai ter de abdicar do seu sonho de ir para a universidade? Porque é que não vai poder gozar a vida, como os seus colegas de escola? Angela Merkel ficou aparentemente sensibilizada com a situação, mas explicou que "a política, às vezes, é dura", e que era impossível à Alemanha acolher as centenas de milhares de refugiados que querem entrar ou ficar no país. Só em 2015, o número de pedidos eleva-se já a 450 mil, mais do dobro daquele que foi registado em todo o ano de 2014. As explicações da chanceler nada resolvem para Reem e, talvez por isso, a certa altura a jovem não conseguiu conter as lágrimas. A Angela Merkel, restou tentar consolá-la (fonte: TVI24)
terça-feira, 14 de julho de 2015
Deutsche Bank investigado por alegada lavagem de dinheiro russo
As autoridades norte-americanas estão a investigar o grupo alemão Deutsche Bank sobre uma alegada lavagem de dinheiro na Federação Russa, informaram esta segunda-feira fontes envolvidas no assunto. A investigação está centrada em transacções no montante de milhares de milhões de dólares, feitas pelo Deutsche Bank na Federação Russa, que os reguladores financeiros do Estado de Nova Iorque suspeitam terem sido uma forma de tirar dinheiro de forma ilegal do país, disseram estas fontes à AFP. O Departamento dos Serviços Financeiros (DFS, na sigla em Inglês) de Nova Iorque começou a investigar este importante banco alemão no início deste Verão. Estas fontes conhecedoras do dossiê adiantaram que vários clientes russos procuraram sem sucesso corromper um empregado do Deutsche Bank em Moscovo, para procurar esconder a origem do seu dinheiro. Uma porta-voz do Deutsche Bank disse que o maior credor alemão suspendeu “um pequeno número de indivíduos” do seu gabinete moscovita, durante uma inspecção interna.
“Estamos comprometidos com a participação nos esforços internacionais para detectar e combater actividades suspeitas e agimos onde encontramos provas de más práticas”, afirmou. O Deutsche Bank informou os reguladores britânicos da Autoridade de Comportamento Financeiro e alemães do BaFin das suas investigações internas às transacções do escritório russo entre 2011 e 2015. Os investigadores nova-iorquinos suspeitam que compras de títulos feitas em Moscovo, através do Deutsche Bank, foram compensadas em paralelo por outras operações via Deutsche Bank em Londres em divisas.
As investigações centram-se em saber se estas operações, designadas ‘negociações espelho’, permitiram a estes clientes movimentar grandes somas de dinheiro para fora da Federação Russa, escondendo a sua origem. Em Abril, o Deutsche Bank foi multado em 600 milhões de dólares (545 milhões de euros) pelo DFS, na que foi uma parte das penalizações totais de 2,5 mil milhões de dólares aplicadas pelas autoridades norte-americanas e britânicas por o banco ter manipulado a taxa de juro interbancária, designada Libor, usada como referência em milhões de contratos em todo o mundo, na que foi uma conspiração que envolveu várias instituições financeiras (Jornal I)
segunda-feira, 11 de maio de 2015
La cara oculta del éxito económico
"El milagro alemán guarda unos cuantos cadáveres en el armario. Las cifras récord de empleo y las saneadísimas cuentas públicas que exhibe la primera economía europea tienen su reverso en una desigualdad en niveles máximos, un porcentaje creciente de la población que queda por debajo del umbral de pobreza, y el número cada vez mayor de trabajadores —dos millones el año pasado, un 13% más que en 2011— que para llegar a fin de mes necesitan dos o incluso más empleos. “Nunca la diferencia entre ricos y pobres había sido tan grande en este país”, sintetiza Ulrich Schneider, gerente del Paritätischen Wohlfahrtsverband, una organización que engloba a más de 10.000 ONG que operan en toda Alemania. Schneider recibe en uno de esos luminosos y modernos despachos que tanto abundan en el centro de Berlín. Pero su discurso difiere bastante del habitual entre gran parte de los políticos y empresarios de la capital alemana. “Es cierto que estamos en niveles récord del número de ocupados. Pero también que cada vez nos encontramos con más gente que entra en la categoría de ‘trabajadores pobres’. Y hay que tener en cuenta que las estadísticas de empleo incluyen a 7,5 millones de personas con un minijob”, asegura. Las estadísticas dan la razón a Schneider. En los últimos 15 años no solo han caído los ingresos disponibles de las familias. El reparto de la riqueza también se ha hecho más desigual. “La desigualdad es el gran reto al que se enfrenta Alemania en los próximos años. Es un problema que además, lejos de ir solucionándose, se va a agravar en el futuro”, asegura el economista Marcel Fratzscher, presidente del prestigioso think-tank DIW.
Alemania se ha acercado en los últimos años a los países industrializados más desiguales en el reparto de los ingresos, quedando aún a una distancia considerable de EE UU o Reino Unido. Pero en lo que sí es campeona la locomotora europea es en la disparidad de la riqueza que acumulan sus ciudadanos más ricos y más pobres. Un estudio del DIW publicado el año pasado mostraba que ningún otro país de la eurozona muestra una diferencia tan grande entre el patrimonio de unos y otros. Este resultado se explica en parte porque la propiedad de la vivienda no está tan extendida como en países como España. Una de las virtudes del Paritätischen Wohlfahrtsverband es que, de vez en cuando, consigue abrir un debate al poner un espejo nada favorecedor a Alemania, un país acostumbrado en los últimos años a nadar en la autosatisfacción. Lo lograron hace un par de meses, cuando publicaron un informe en el que calculaban que el 15,5% de la población —unas 12,5 millones de personas— viven por debajo del umbral de la pobreza. Schneider admite que estas cifras pueden ser equívocas, porque con el criterio de la UE —que considera como pobres a todos aquellos que tienen unos ingresos por debajo del 60% de la media— se incluye también a estudiantes o a personas que, por las circunstancias que sean, caen momentáneamente por debajo de esa frontera del bienestar. Pero incluso deshaciéndose de estos grupos de población, las estadísticas muestran que un 10% de los alemanes dependen de la asistencia social para llevar una vida digna" (texto do jornalista do El Pais, Luis Doncel)
Alemania se ha acercado en los últimos años a los países industrializados más desiguales en el reparto de los ingresos, quedando aún a una distancia considerable de EE UU o Reino Unido. Pero en lo que sí es campeona la locomotora europea es en la disparidad de la riqueza que acumulan sus ciudadanos más ricos y más pobres. Un estudio del DIW publicado el año pasado mostraba que ningún otro país de la eurozona muestra una diferencia tan grande entre el patrimonio de unos y otros. Este resultado se explica en parte porque la propiedad de la vivienda no está tan extendida como en países como España. Una de las virtudes del Paritätischen Wohlfahrtsverband es que, de vez en cuando, consigue abrir un debate al poner un espejo nada favorecedor a Alemania, un país acostumbrado en los últimos años a nadar en la autosatisfacción. Lo lograron hace un par de meses, cuando publicaron un informe en el que calculaban que el 15,5% de la población —unas 12,5 millones de personas— viven por debajo del umbral de la pobreza. Schneider admite que estas cifras pueden ser equívocas, porque con el criterio de la UE —que considera como pobres a todos aquellos que tienen unos ingresos por debajo del 60% de la media— se incluye también a estudiantes o a personas que, por las circunstancias que sean, caen momentáneamente por debajo de esa frontera del bienestar. Pero incluso deshaciéndose de estos grupos de población, las estadísticas muestran que un 10% de los alemanes dependen de la asistencia social para llevar una vida digna" (texto do jornalista do El Pais, Luis Doncel)
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