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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Tsipras diz que referendo é forma de responder ao ultimato dos credores



O primeiro-ministro da Grécia confimou que vai convocar um referendo para o próximo dia 5 de julho, sobre o acordo com os credores. Alexis Tsipras fez o anúncio, depois de reunir de emergência com os ministros e disse que esta é a forma de responder ao ultimato imposto pelas instituições
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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Tsipras admite dizer um "grande não" aos credores

Primeiro-ministro grego garante estar disponível para arcar com as responsabilidades de uma nega aos credores se os termos para um acordo forem "inaceitáveis".

terça-feira, 16 de junho de 2015

PM grego acusa credores de quererem derrubar Governo e pilharem o país

Cresce a tensão na Grécia depois de um fim de semana de negociações falhadas entre o Governo de Atenas e os credores internacionais. Em entrevista ao jornal alemão Bild, o ministro das Finanças da Grécia, Yanis Varoufakis, voltou a afirmar que a Grécia não vai apresentar uma nova lista de reformas ao Eurogrupo. Numa declaração escrita, Tsipras, o primeiro -ministro grego, acusou os credores de quererem derrubar o Governo do Syriza.
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"Pôr um país de joelhos ou assegurar o futuro da Europa" 
O primeiro-ministro grego desafiou hoje os credores a decidirem se preferem humilhar um país ou garantir o futuro da Europa. Alexis Tsipras discursava parante o grupo parlamentar do Syriza, em Atenas.

domingo, 7 de junho de 2015

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Grécia poderá declarar bancarrota no próximo mês

O país está sem dinheiro para cumprir os compromissos internacionais e poderá falhar o pagamento ao FMI se não chegar a acordo com os credores. Os gregos têm luz verde para sobreviver pelo menos mais um mês. O governo pagou os salários à função pública e as reformas. Mas, num país com mais de 1,5 milhão desempregados, são as organizações não governamentais que sustentam muitas pessoas - organizações que foram obrigadas a reorientar os programas de ajuda, em áreas mais tradicionais

quarta-feira, 13 de maio de 2015

A Grécia segundo o Bild, o tablóide mais vendido da Europa

"O tablóide alemão Bild, o jornal mais lido da Europa, adoptou desde o início da crise grega uma posição agressiva contra Atenas, acusando-a de desperdiçar o dinheiro dos contribuintes alemães, numa linha editorial mais mercantilista que ideológica, segundo os especialistas. “Gregos, já chega!”, publicou recentemente o jornal após as novas fricções entre Atenas e os seus credores europeus. Desde 2010 que as penas ácidas de um jornal que reivindica mais de 11 milhões de leitores a cada dia se intensificaram contra os “gregos falidos”, a quem se deve relembrar constantemente que “o dinheiro não cai das oliveiras”. Mas o jornal defende-se de todos os ataques que lhe são feitos. “Não temos qualquer problema com os gregos. Pelo contrário”, assegurou à AFP Bela Anda, chefe da secção política. “É um bonito país, com uma rica cultura.” Desde a chegada ao poder do partido de esquerda radical Syriza, no final de Janeiro, o tom parece, no entanto, montado para um diário sensacionalista, que mantém um verdadeiro talento para sentir o pulso da opinião pública alemã, 53 anos depois da sua fundação. Em Março, todos os deputados receberam uma mensagem electrónica do Bild, convidando-os a responder se votariam a favor, contra ou se se abstinham no caso de… um terceiro plano de ajuda à Grécia. Acontece é que que não está actualmente em debate qualquer novo programa de assistência. “Devemos estar atentos ao que fazem com o dinheiro dos nossos impostos”, justifica-se Bela Anda. “É nossa tarefa realizar essa função de controlo, enquanto imprensa independente”, garante. Para o Bild, o mundo é muito simples: de um lado, existem os gregos, que bebem grandes quantidades de ouzo, vivem com reformas douradas ou cometem fraudes fiscais nas suas ilhas soalheiras. As mesmas ilhas que Atenas poderia vender para voltar a encher os seus cofres, aconselha o jornal. Do outro, os alemães, “que se levantam todas as manhãs, trabalham o dia todo” e têm sido durante anos a vaca de fornece leite à Europa, devido aos impostos que pagam.
Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia? O Bild nunca menciona o seu título e vê-o como o “terror da Europa” ou o “chefe dos radicais gregos”. A ameaça desse país mediterrânico, onde 2,5 milhões de alemães se foram bronzear em 2014, parece tão grande que o jornal coloca a questão: “O grego ou o russo [Presidente Vladimir Putin], quem será o mais perigoso para nós?”. Quanto ao ministro das Finanças, o extravagante Yanis Varoufakis, foi recentemente surpreendido por um repórter do jornal, durante uma escapadela com a sua mulher numa ilha do golfo Sarónico, enquanto os cofres do país estão vazios. Na linguagem do Bild: “Varoufakis pôs-se a andar”.
Atiçar a fogueira
“Essa forma de trabalhar, que consiste em atiçar a fogueira, é o modelo de negócio do Bild”, explicou à AFP, Wolfgang Storz, conselheiro de comunicação e autor de um estudo sobre o jornal. “O objectivo é atingir o máximo de audiências. Um dia é o ministro grego das Finanças, no seguinte pode ser o divórcio de uma celebridade e ao terceiro a visita de um jogador de futebol a um bordel” continua o especialista. O Bild “estigmatiza e difama todo um povo”, analisa Mats Schönhauer, que dirige um blog crítico sobre o Bild, “para alimentar o sentimento do “nós” contra os “outros”. Tal como toda a imprensa escrita, o Bild é confrontado com a erosão dos seus leitores. Os seus 2,2 milhões de exemplares vendidos quotidianamente são de fazer inveja aos seus homólogos europeus, mas esses números já são metade dos de há 15 anos, encorajando o tablóide a ser cada vez mais agressivo. No final de Fevereiro, o Bild colocou na sua primeira página um enorme “NÃO” à proposta de extensão das condições de assistência financeira à Grécia, adoptada pelos deputados. Os leitores foram convidados a tirar uma selfie com essa página, permitindo ao jornal juntar todas as fotografias numa só, para capa da edição do dia seguinte.
 “O Bild não fala simplesmente dos ‘gregos falidos” (pleite-griechen), prossegue Wolfgang Storz, mas “repete essa expressão em todos os seus artigos para que num café, entre amigos, quando alguém se refere à Grécia, haja mais uma pessoa a repeti-la. Esta é a sua força”, conclui" (fonte: Publico, com a  devida vénia)

terça-feira, 12 de maio de 2015

Grécia tem de pagar dívidas de 26 mil milhões de euros até ao fim do ano

O risco de bancarrota agrava-se na Grécia. O cenário foi admitido, pela primeira vez, pelo ministro das Finanças do país que avisa que o problema de liquidez tem de ser resolvido nas próximas semanas. Até ao final do ano, Atenas tem de pagar dívidas de 26 mil milhões de euros.