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segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Homem entrou com carro dentro de um aeroporto russo

A vigilância e o controlo têm aumentado nos aeroportos de todo o mundo, de forma a prevenir ataques e outros incidentes. Mas nenhum aeroporto está preparado para o que aconteceu em Kazan, na Rússia. Um homem entrou de carro entro do aeroporto internacional da cidade russa. E circulou sem que ninguém o conseguisse apanhar durante largos minutos. É possível verem-se as forças de segurança a tentar conter os avanços da viatura. Só aconteceu no exterior do aeroporto. Apesar do aparato, e dos estragos estimados de 100 mil euros, não houve feridos. O transgressor foi condenado a 15 dias de prisão. A invasão terá sido, surpreendentemente, por motivos passionais.

domingo, 17 de julho de 2016

La policía que perdió su placa por un baile erótico que cayó en manos de sus jefes

Cuesta mucho aprobar las oposiciones para acceder al cuerpo de policía, pero tan solo minutos para que te echen. Esta reflexión no es mía, sino de la agente rusa de 26 años identificada como Kristina que ha visto cómo sus superiores le han quitado la placa por haber colgado un vídeo bailando de lo más sexual. El vídeo lo subió a un grupo privado de Facebook exclusivo para agentes de seguridad, pero no se percató de que cabía la posibilidad de que cayese en las manos de sus superiores… y finalmente se hiciese viral. Quizá sea el principio de una nueva carrera profesional, más allá de la policía (El Confidencial)

sábado, 9 de julho de 2016

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Vídeo mostra 'caminhada da vergonha' de clientes e prostitutas

A polícia de São Petersburgo, na Rússia, esteve envolvida numa insólita operação anti-prostituição. Após um 'raid' a um bordel da cidade, os agentes saíram com as prostitutas e clientes algemados e ainda nus, obrigando-os a ‘desfilar’ pelas ruas até chegarem aos carros.
fonte: youtube

sábado, 23 de abril de 2016

Zaporizhia: Que garantias de segurança?

Zaporizhia é uma das quatro centrais nucleares ativas na Ucrânia. Tem seis reactores, com uma potência instalada de 1000 megawatts (MW). Foi construída quase ao mesmo tempo que Chernobyl, com reatores da era soviética. Oleh Dudar, o chefe de operações, trabalha ne central de Zaporizhia desde 1986, o ano da catástrofe de Chernobil. "O desastre que aconteceu em Chernobyl não pode acontecer aqui. Porque temos reatores blindados (Euronews)

Que tal esquiar de biquini ou...calcinha? Os russos já começaram...

sexta-feira, 18 de março de 2016

Crimeia: Dois anos depois do referendo e da anexação russa

No segundo aniversário do referendo sobre o estatuto político da Crimeia, que decorreu em março de 2014, algumas pessoas reuniram-se no centro da capital ucraniana, Kiev. Uma manifestação silenciosa para relembrar ReshAt Ametov, um tátaro da Crimeia, a primeira vítima da ocupação da região. Há dois anos, em Simferopol, depois de participar numa manifestação pacífica, foi encontrado morto. Um dia depois do referendo, 18 de março, o Presidente russo assinava o tratado de integração da península ucraniana na Rússia. Situação não aceite pela maioria da comunidade internacional e que levou à imposição de sanções pela União Europeia e EUA. Jamala é a controversa representante da Ucrânia no próximo Festival Eurovisão da Canção. Com o tema “1944”, ela relembra a deportação de 250.000 tártaros da Crimeia por Estaline, durante a Segunda Guerra Mundial: “O meu objetivo é levantar esta questão, contar a história da minha família, contar a história dos tártaros da Crimeia e evitar que coisas como esta aconteçam, novamente, no futuro. Quero ensinar a história às pessoas”, adianta Jamala. 1944 a canção que Jamala vai interpretar, em maio, no Festival Eurovisão da Canção, em Estocolmo, na Suécia Desde a anexação da Crimeia e de Sevastopol, e segundo organizações não-governamentais, 45 mil pessoas abandonaram a região, metade tártaros: “O regresso da Crimeia à Ucrânia passou para segundo plano. E isso não resolve o problema dos milhares de deslocados da península, a maioria dos quais está desempregado e forçado a viver com uma pequena ajuda financeira do Estado”, explica Nadiya Dermanska, correspondente da euronews na Ucrânia (Euronews)