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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Reportagem: Debitocracia ( 2011)



Documentário que revela a crise econômico-social pela qual passam os países periféricos da União Europeia, em especial a Grécia. Vemos como as políticas econômicas neoliberais impostas pelos agentes financeiros da UE levam à bancarrota os países de sua periferia e os deixam maniatados às decisões das grandes corporações financeiras extranacionais. O interesse primordial é sempre a defesa dos ganhos dos grandes grupos financeiros dos países mais fortes, principalmente da Alemanha, em detrimento das maiorias populares dos países de segunda linha como Grécia e Irlanda. O filme também nos mostra que é possível enfrentar com êxito às pressões dos aparelhos a serviço do capital financeiro mundial (FMI, Banco Mundial, etc.) quando os governantes do país ameaçado têm suficiente dignidade para colocar em primeiro lugar a satisfação das necessidades de seu povo, e não a obsessão por lucros dos magnatas financeiros. É o caso do Equador dirigido por Rafael Correa. Este documentário expõe a crueldade que move o neoliberalismo em seu afã por ganhar cada vez mais às custas do sacrifício de todos os demais setores da população. Ele também deixa claro que, com a decidida mobilização das maiorias populares, o monstruoso aparato financeiro pode ser derrotado (fonte: youtube)

Reportagem: O Câncer da Europa



Hoje é fácil falar sobre crise. É até bonito. Exprime um certo "ar" de sabedoria sobre aqueles que não detém o assunto por quem se intitula conhecedor incontestável. Mesmo que esse conhecimento origina do chafariz jornalístico, quer seja independente ou tendencioso, importa que saibam que o colapso financeiro europeu que tanto se fala atualmente não se deu nestes últimos meses, mas ainda na década de 90, qual vem insuflando uma bolha que se tornou incapaz de mantê-la oculta - ou sobre controle, como preferem alguns tecnocratas. Este documentário explica em palavras bastante objetivas e claras o real motivo da crise que quase levou à falência uma das nações mais tradicionais e milenares do planeta: a Grécia. Uma análise profunda e investigativa do sistema de privatizações em massa quase sempre oculto à população, ícone pujante da democracia, ironicamente no país que a criou, que hoje vê estarrecido suas principais riquezas sob controle de entidades multinacionais e governos bilaterais. Documentário único, que merece no mínimo; uma apreciação bastante atenciosa e paciente daqueles que tem sede de sabedoria (fonte: youtube)

quinta-feira, 17 de março de 2016

Sousa Tavares: “Equiparar as regalias dos funcionários públicos aos privados era a falência de muitas empresas”

Miguel Sousa Tavares analisa as propostas da recém eleita líder do CDS-PP, Assunção Cristas, como a reforma da segurança social, a revisão da regulação e supervisão por entidades independentes, nomeadamente a alteração do sistema de nomeação do governador do Banco de Portugal, a uniformização entre público e privado no que respeita a direitos laborais (Expresso)

sábado, 1 de agosto de 2015

Portugal com menos 100 mil fiadores que em 2014

A crise fez diminuir o número de fiadores em Portugal. Há menos 100 mil do que havia há 4 anos, antes da quebra da economia. Como o incumprimento disparou, há agora mais receio de assumir a responsabilidade por dívidas de terceiros.


domingo, 26 de julho de 2015

Pedidos de ajuda de famílias endividadas não páram de aumentar

A Associação de Defesa do Consumidor conclui que ainda está a aumentar o número de pessoas que já não consegue pagar gás, telefones e condomínio. Acrescenta ainda o problema dos reformados com a fatura da farmácia.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

Portugueses trabalham mais 486 horas por ano do que os alemães

"Os portugueses trabalham em média mais 486 horas por ano do que os seus parceiros alemães, o que equivale a um acréscimo ligeiramente superior a 35%. Enquanto na Alemanha, que é o país da União Europeia (UE) onde se trabalha menos horas, a média é de 1371, em Portugal são efetuadas 1857, sendo o sexto país da UE onde se trabalha mais horas, depois de Hungria, Estónia, Polónia, Letónia e Grécia, que é onde se trabalha mais, num total de 2042 horas por ano.
Em contrapartida, é principalmente em países do Centro e do Norte da Europa que se verificam menos horas de trabalho. Depois da Alemanha, é na Holanda, Noruega, Dinamarca e França, todos abaixo das 1500 horas anuais, que se trabalha menos, segundo as Perspetivas do Emprego referentes a 2014 divulgadas na quinta-feira pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE). No conjunto dos países industrializados, o México lidera a classificação com 2228 horas anuais por trabalhador, seguido da Costa Rica, sendo a Grécia o quinto país da OCDE com mais horas trabalhadas.
É claro que a produtividade também é muito diferente. Enquanto na Alemanha era em 2013 de 126,6, segundo o Eurostat, em Portugal ficou-se pelos 65,3 e na Grécia em 74,8. A OCDE também adverte que a comparação entre os países tem em conta tanto o trabalho a tempo integral como o realizado a tempo parcial, o que influencia os resultados. Os países com elevados níveis de trabalho a tempo parcial registam logicamente menos horas anuais do que aqueles onde esse regime de trabalho ainda é pouco expressivo. É o caso de Portugal, onde o trabalho a tempo parcial apenas abrange 11% do total, enquanto na Alemanha o seu peso é de 22,3% e na Holanda é de 38,5%.
O relatório indica também que o emprego no seio da organização está a recuperar, ainda que lentamente, embora deva permanecer bem abaixo dos níveis pré-crise em muitos países, especialmente na Europa, até ao final de 2016, adverte.
Atualmente existem cerca de 42 milhões de pessoas desempregadas em toda a OCDE, abaixo dos 45 milhões de 2014 , mas ainda 10 milhões acima do que se verificava antes da crise.
As perspetivas são que o desemprego atinja os 6,5% no último trimestre de 2016, mantendo-se acima dos 20% na Grécia e em Espanha, enquanto em Portugal será de 12,3%, devendo continuar a cair mas a ritmo menor do que nos últimos anos. Para este ano a estimativa é de 13%, sendo recomendado que Portugal invista em políticas ativas de emprego, uma vez que as medidas em vigor têm tido pouco sucesso. Por outro lado, a OCDE aconselha a criação de um crédito fiscal para ajudar as famílias com baixos rendimentos, em vez de novos aumentos no salário mínimo, que considera menos eficaz na redução da pobreza, além de prejudicar o mercado de trabalho. E defende que em 2013 já era "relativamente alto" face ao salário médio nacional e à média dos países da OCDE" (Dinheiro Vivo)

domingo, 5 de julho de 2015

Tribunal recusa plano de recuperação de fábrica de Fátima Lopes



Uma das empresas da estilista Fátima Lopes foi declarada insolvente. A medida foi aplicada ao atelier onde produzia as roupas que desenhava. O plano de recuperação da empresa chegou a ter o sim do tribunal que recuou agora da decisão. A estilista garante que não põe em causa os outros negócios que tem o seu nome.