quinta-feira, 14 de maio de 2015

PPP custaram oito mil milhões desde o início de 2008



“As PPP - Parcerias Público-Privadas já custaram aos cofres públicos cerca de oito mil milhões de euros, mais precisamente 7.940 milhões de euros, entre 2008, ano que marca o início da recessão financeira internacional, e o final do ano passado, de acordo com as conclusões do mais recente relatório da UTAO - Unidade Técnica de Apoio Orçamental, que funciona no âmbito da Assembleia da República. Esta análise inclui as PPP do sector rodoviário, ferroviário, da saúde e de segurança (SIRESP). Nesse documento, a que o Diário Económico teve acesso, sublinha-se que "os encargos correntes com PPP apresentaram um crescimento médio anual de 23% entre 2008 e 2011 (...). Nos dois anos seguintes registou-se uma relativa estabilização, a qual foi seguida por um novo acréscimo significativo em 2014 (mais 576 milhões de euros face a 2013), devido ao início de pagamento das subconcessões rodoviárias da empresa Estradas de Portugal" (ver gráfico). Estes valores incluem a execução corrente no que respeita ao pagamento de rendas e as verbas relativas aos reequilíbrios financeiros que o Estado teve de pagar aos concessionários das várias PPP. Em termos globais, os encargos líquidos totais com PPP registaram uma subida até 2011, ano em que ascenderam a 1.823 milhões de euros. Nesse ano, representaram cerca de 1% do PIB nacional. No período em análise, o segundo ano com maiores encargos com PPP foi precisamente 2014, em que se registou um pagamento de 1.544 milhões de euros, isto é, cerca de 0,9% do PIB. "Para além do início dos pagamentos a algumas subconcessionárias do sector rodoviário, o crescimento significativo registado em 2014 foi motivado também pelo pagamento extraordinário relativo à A21 [auto-estrada entra Mafra, Malveira e Ericeira], efectuado pela empresa Estradas de Portugal, no valor de 245 milhões de euros", explica o relatório da UTAO. Assim, no período entre 2008 e 2014, os encargos líquidos totais com PPP apresentaram um crescimento médio anual de 18,63%. O relatório da UTAO lança ainda várias advertências. Diz que "sem o cumprimento integral de todas as fases, as poupanças obtidas com as renegociações [dos contratos de PPP] não poderão ser consideradas efectivas". E identificam o risco inerente à transferência para a Estradas de Portugal das grandes reparações nas PPP rodoviárias, "o qual poderá conduzir a encargos orçamentais futuros, caso as reparações se venham a revelar necessárias e ultrapassem as previsões actuais". E sublinha o risco, "que se poderá materializar em 2015", referente aos diversos pedidos de reposição de reequilíbrio financeiro que estão a ser analisados em tribunais arbitrais, cujo valor máximo pode equivaler a 2,1% do PIB” (fonte: Económico, Nuno Miguel Silva)

Os dois bebés que estão a gerar sorrisos por todo o mundo!



Esta menina, chamada Sophie, e o seu fiel amigo Wicket, costumam ter este tipo de discussões, seja lá o que estão a dizer, parecem estar a entender-se perfeitamente!

O aeroporto mais louco do mundo… Não da para acreditar!



O Aeroporto de Skiathos é um importante aeroporto doméstico grego que serve à cidade homónima e capital de Skiathos, uma ilha do arquipélago da Espórades, ao oeste da Grécia, país na parte Meridional dos Balcãs e ao sudeste da Europa, no Mar Egeu onde os aviões aterram e levantam voo, quase por cima das suas cabeças...

Política: "Os mestres de Passos"



“A identidade da mais conhecida das professoras de Pedro Passos Coelho não é segredo para ninguém. Maria Luís Albuquerque, uma das independentes que em 2011 concorreram nas listas do PSD às legislativas, lecionava a cadeira de Microeconomia I na Universidade Lusíada, em 1999, quando o então ex-líder da jota se aventurou na licenciatura. Ela tinha 32 anos, ele 35. Enquanto ela ocupava um lugar de destaque, como docente, ele não passava de um dos seus vários alunos. Hoje, é ele quem manda na 'relação'. Maria Luís Albuquerque é uma das suas ministras, com uma pasta de absoluta confiança - as Finanças. Começou pela secretaria de Estado do Orçamento, mas a saída de Vítor Gaspar permitiu-lhe subir na hierarquia. Não é a única professora dos tempos de faculdade que Passos Coelho mantém por perto. Mas é a mais influente. O aval dela levou a que outros docentes acabassem por ser convidados para o Governo ou para funções públicas.
Hélder Reis (secretário de Estado Adjunto e do Orçamento), Manuel Teixeira (secretário de Estado da Saúde) e Nuno Venes (vice-presidente do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social) são três exemplos de professores que continuam a contribuir para o currículo do chefe de Governo, mas fora dos bancos da escola.
Graus de influência
Também não é segredo para ninguém que Maria Luís Albuquerque tem um lugar especial ao lado do primeiro-ministro. Não só por ter dado aulas a Passos Coelho mas também porque soube ser uma aprendiz exemplar de Vítor Gaspar e uma interlocutora relevante em Bruxelas. O grau da sua influência tornou-se visível quando o seu nome saiu da esfera governamental para a partidária. Foi o ex-líder do partido Luís Marques Mendes quem primeiro previu a evolução: "Um dia que Passos Coelho venha a sair da liderança do PSD, Maria Luís Albuquerque ganhou estatuto e condição política para se candidatar. Se ela quer ou deseja ou não é com ela, mas é um nome incontornável ", disse, na SIC. Pedro Passos Coelho e Maria Luís Albuquerque viviam ambos na Linha de Sintra quando um era aluno e a outra professora. Ficaram próximos. "Nesses tempos, apesar de manter muitas amizades da política, Passos estava fora do circuito. Ao chegar a primeiro-ministro, era natural que preferisse os académicos", assume um antigo governante do atual Executivo. "O primeiro-ministro gosta da ministra das Finanças, mas ele não é muito de favoritismos. Valoriza mais a competência técnica e humana, do que a partidária, o que não deixa de ser surpreendente para um político nato", acrescenta.
Os colegas da ministra
Uma vez no Governo, coube a Maria Luís Albuquerque convidar um outro docente da Lusíada - que é hoje o seu braço-direito - para a equipa das Finanças. Hélder Reis, colega de curso e de mestrado na ministra e quadro da Autoridade Tributária, ainda esteve para trocar o Gabinete de Estratégia do Ministério das Finanças pela gestão não executiva da Caixa Geral de Depósitos, por escolha governamental, mas acabou por ir para secretário de Estado do Orçamento. A sua primeira experiência política, curiosamente, havia sido, tal como a da ministra, num Governo socialista: ela como assessora do secretário de Estado do Tesouro de António Guterres, Manuel Baganha; ele como adjunto do secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, João Amaral Tomás, no primeiro Governo de José Sócrates. "Ele não era mais próximo do PSD do que do PS. Ele é, sobretudo, um técnico. Discreto, competente, fiel e confiável", diz uma fonte próxima de Hélder Reis. Na Lusíada, lecionava nas áreas da Macroeconomia e Econometria. A VISÃO tentou obter uma declaração deste ex-docente de Passos, assim como de Maria Luís Albuquerque, através da assessoria de imprensa do Ministério das Finanças, mas não teve sucesso.
Amizade importante
Já Nuno Venes, 39 anos, atual vice-presidente do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e membro do Conselho Científico da Universidade Lusíada, reagiu ao contacto da VISÃO, agradecendo o "amável convite", mas dizendo que não tinha "disponibilidade para participar no trabalho". Na altura em que foi professor de Pedro Passos Coelho, Nuno Miguel Simões Venes tinha 25 anos. As suas áreas de estudo vão da Economia Política à Análise de Dados e, no passado, incluíram a Economia Portuguesa, as Finanças Públicas, a Macroeconomia, Globalização e Desigualdades, a Economia Mundial e o Comércio Externo. Acresce uma curiosidade: além de professor do primeiro-ministro, foi colega de curso de Maria Luís Albuquerque. Mas fontes da VISÃO garantem que a sua ligação forte é a Pedro Passos Coelho, a quem dá contributos em matéria de Segurança Social. Antes de passar pelo crivo da CRESAP, ao entrar para o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, foi adjunto de Pedro Mota Soares, no ministério. 
Escola de políticos
Manuel Ferreira Teixeira, secretário de Estado da Saúde, é outro homem próximo do primeiro-ministro que começou por dar-lhe aulas na Lusíada, como confirmou à ?VISÃO um ex-governante - o gabinete de imprensa do Ministério da Saúde não reagiu ao contacto da VISÃO. Politicamente experiente, é o braço-direito de Paulo Macedo e faz parte de uma tertúlia com Bagão Félix. O seu nome consta da pauta de professores do primeiro-ministro, ao lado de outros mais ou menos sonantes como: António Rebelo de Sousa (primeiro líder da JSD, irmão de Marcelo),  Luís Cabral de Moncada  (consultor de vários políticos), José Assis Lopes (ex-dirigente da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior) ou Manuel Agria (ex-membro do conselho fiscal da Galp Energia e diretor-geral do Instituto Português de Corporate Governance). Manuel Ferreira Teixeira tem 60 anos e já colaborou com executivos de vários quadrantes políticos. Teve cargos relevantes durante o cavaquismo e durante o guterrismo. Nos governos de Durão Barroso e Pedro Santana Lopes presidiu ao conselho de administração do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social e foi secretário de Estado do Orçamento de Bagão Félix. O vasto currículo de Manuel Ferreira Teixeira está disponível no portal do Governo, mas a sua docência na Lusíada não é referida. O mesmo acontece, aliás, nos casos de Hélder Reis ou de Maria Luís Albuquerque.  É caso para estranhar a coincidência.
QUEM É QUEM
    Maria Luís Albuquerque, 47 anos, Ministra das Finanças - É o braço-direito de Passos Coelho no Governo desde a saída de Gaspar e deu-lhe aulas de Microeconomia I
    Manuel Teixeira, 60 anos, Sec. Estado da Saúde - Colaborou com vários governos, mantendo cargos de destaque no cavaquismo, no guterrismo e no barrosismo
    Hélder Reis, 45 anos, Sec. Estado do Orçamento - Além de ter sido professor do primeiro-ministro, foi colega de curso e de mestrado da ministra das Finanças
    Nuno Venes, 39 anos, Vice-presidente do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social - Dos quatro ex-professores de Passos Coelho, foi o único que teve de sujeitar-se ao crivo da CRESAP” (texto da jornalista Sónia Sapage, publicado na VISÃO de 7 de maio,c om a devida vénia)

Quando as noivas cometem erros... acontece isto!



As noivas são sempre o centro das atenções em qualquer casamento. Os amigos e família esperam ansiosos para tirar uma fotografia e pelo grande momento... mas por vezes, acontecem coisas que não deveriam acontecer!