quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Londres quer travar acesso a prestações sociais a cidadãos comunitários



A Comissão Europeia assegura que estão a correr bem as negociações com o Reino Unido sobre o denominado "travão de emergência". Londres pretende barrar o acesso a prestações sociais a cidadãos comunitários durante os primeiros anos de residência no país.

Árbitro Cosme Machado reconhece erro ao validar segundo golo da Académica



Numa entrevista exclusiva à SIC, o árbitro do jogo de ontem em Alvalade, Cosme Machado, reconhece ter errado ao validar o segundo golo da Académica. Um lance muito criticado pelos dirigentes do Sporting.

Homem tenta acariciar urso e perde antebraço



O caso aconteceu na cidade de Oblast de Murmansk, perto da fronteira da Rússia com a Finlândia, e foi filmado. No vídeo, vê-se um homem a caminhar em direção a um urso enjaulado que, mesmo advertido por amigos, resolveu fazer uma festa no animal. "És um idiota! Não faças isso", gritou um amigo, quando o homem se aproximou da jaula do animal. Ignorando os avisos, o homem acaba mesmo por tentar acariciar o urso e sofreu o ataque. Perdeu o antebraço, mas sobreviveu.

Geórgia: ganhar um marido, perder a adolescência

Uma rapariga de vestido branco dança em frente à sua casa. As lágrimas escorrem-lhe pelo rosto, enquanto se despede da sua família e do sítio onde cresceu. Tem 17 anos e prepara-se para ir para o seu casamento, onde irá encontrar o seu futuro marido, que conheceu semanas antes, no dia do noivado. A partir daí, já não irá continuar a estudar.
A fotógrafa Daro Sulakauri foi convidada para este casamento quando passava pela aldeia Cachétia, na Geórgia, país onde nasceu. Não só fotografou os noivos, como tentou falar com eles e perceber como é que eles se sentiam. Apesar de o casamento precoce ser uma situação que lhe era familiar na sua infância, começou a perceber que hoje em dia a tradição se mantém. “Lembro-me de ver as minhas colegas de escola a casarem-se quando eu tinha apenas 12 anos, mas isso já foi há muito tempo. Só quando comecei a fotografar é que percebi que ainda existem muitos casos de casamentos precoces”, conta Daro, em resposta por email ao PÚBLICO. Em 2014, começou a série fotográfica Deprived of Adolescence, de modo a explorar os sentimentos da noiva e a sua posição face à situação. Mas nem sempre o trabalho corre bem. Não só os maridos ou futuros sogros das noivas não permitem que Daro tire fotografias à rapariga ou até fale com ela, como as próprias noivas mantêm uma postura acanhada, sorrindo e falando pouco. “Esta é uma das razões pelas quais estou neste projecto há mais de um ano. Às vezes demoro três a quatro meses apenas para encontrar alguém para fotografar.” De acordo com Daro, a Geórgia tem um dos níveis mais altos na Europa de casamentos precoces, correspondente a 17%. No ano académico de 2011/2012, aproximadamente sete mil raparigas com idades entre os 13 e 15 anos desistiram da escola. Apesar de o Governo não possuir informação sobre quais as razões para estes abandonos, um representante dos direitos humanos afirmou que 341 raparigas deixaram os estudos para se casar. Várias organizações tentaram que o Governo de Geórgia declarasse formalmente o casamento precoce como uma violação dos direitos humanos. Contudo, o Estado ainda não empreendeu nenhuma acção e a sociedade ou não sabe ou não se interessa pelo problema.
Grande parte destes casamentos são planeados pelos pais sem o consentimento da rapariga. “Depende da situação da família e do grupo étnico da rapariga. Em algumas aldeias, ela tem de casar logo após deixar a escola, caso contrário, é considerada velha para um futuro casamento”, diz Daro. Segundo a fotógrafa, falta educação no país. É muito difícil mudar tradições, e apesar de algumas não deverem ser alteradas, casar com 12 ou 17 anos deixa cada vez mais de ser uma tradição para ser uma consequência da mentalidade das pessoas. É preciso educar os mais velhos mas essencialmente os mais novos, para que estes possam ver e agir de forma diferente (Público)

Quando o perdão não é regra, mas excepção

Em 2007, Besnik discutiu com o seu primo por motivos banais. A luta intensificou-se e Besnik matou-o. Foi preso mas a sua família (acima) espera pela vingança. As crianças já não podem ir à escola, recebem um professor (à direita) para dar aulas em casa. O código de Kanun, instituído há seis séculos na Albânia, abriga a lei Gjakmarrja (em português “vingança de sangue”), onde as disputas entre famílias são resolvidas com o “derrame de sangue”. Quando uma pessoa é assassinada, os seus familiares têm o direito - e segundo este código a responsabilidade social - de matar um membro da família do assassino. Apesar de ser um código antigo e não estar oficialmente em vigor, a sua tradição mantém-se, principalmente no norte da Albânia, como sinal da manutenção dos "valores morais" albaneses. Grande parte das mortes ocorrem após disputas sobre dinheiro ou propriedades. Apesar de a lei proteger mulheres, crianças e idosos, qualquer pessoa corre o risco de ser assassinada, violada ou raptada, caso esteja fora da sua casa, o único espaço seguro, onde a lei de Kanun não se aplica. Para estas comunidades, o perdão não é a norma, mas a excepção.
O fotógrafo italiano Stefano Schirato começou a interessar-se pelo código da “vingança de sangue” quando este lhe foi comunicado por um amigo, na altura voluntário de uma associação em Escodra, Albânia. Stefano entrou em contacto com uma rapariga albanesa que tinha desenvolvido uma tese sobre este tema. Em 2009, convidou-a para ser sua assistente para o projecto Eye for an eye, um ensaio fotográfico que retrata as famílias fechadas em casa, com o receio de serem assassinadas. “As instituições negam muitas vezes a sua existência, mas centenas de famílias na Albânia são vítimas do fenómeno da vingança do sangue”, diz Schirato, em resposta por email ao PÚBLICO. “O código de Kanun ainda é forte no norte da Albânia, monopolizando as regras da vida social e cultural da população albanesa nas montanhas”. Para a cultura albanesa, a honra é o factor mais importante na relação entre o indivíduo e a comunidade. Qualquer acto de desonra é julgado como um crime. E, segundo o Kanun, esse acto só pode ser vingado, com “sangue derramado”, ou perdoado, através de um ritual de reconciliação. Stefano conheceu famílias de ambos os lados: umas que procuram matar para obter a sua vingança e outras que receiam essa vingança. No último caso, as histórias variam pouco. Os anos fechados em casa é que mudam. Marku Pietri tem 70 anos e o seu irmão foi preso por cometer um homicídio, apesar de estar inocente. Desde 1997 que Marku não sai de casa. Nusha é uma adolescente de 17 anos e o seu pai após matar uma mulher numa discussão foi preso. Há dois anos que Nusha não vai à escola. Mas as histórias das famílias que procuram a vingança não são mais simples. Há oito anos que os dois filhos de Behije Kadri, uma mulher de 73 anos, foram mortos. Os rapazes planeavam fugir, sem casar, com duas raparigas da família vizinha. Quando o tio delas descobriu matou-os e fugiu para o estrangeiro. Behije ainda espera a sua vingança. Mas nem todas as famílias são a favor do código Kanun. O marido de Lina Hili, de 42 anos, foi morto durante um assalto em 1999. Lina ficou viúva com duas crinças. Hoje em dia, estão todos dispostos a perdoar o assassino, mas numa cidade pequena, o perdão é sinal de falta de orgulho e de respeito pelos fundamentos da sociedade albanesa. Stefano espera que as suas imagens ajudem a mudar a mentalidade das pessoas e a criar uma rede de apoio a estas famílias, fechadas em casa numa cidade ressentida e onde as ruas estão quase sempre vazias (Público)

A polícia (pelo mundo) declarou caça aos drones. Com redes… e águias

No Japão, caçam-se drones com drones. Na Holanda a captura é menos mecânica e mais selvagem: são usadas águias. É um pássaro? É um avião? Não. É o super-ho… me… Não, se calhar é só (mais) um drone.  Algumas polícias pelo mundo, da Holanda ao Japão, a contas com uma autênticas invasão de drones nas suas cidades — são-no aos milhares –, têm procurado controlá-los, restringindo a sua venda, ou simplesmente “caçá-los” enquanto voam por onde não devem. Tomemos o caso holandês. É comum verem-se nos aeroportos aves de rapina a caçarem outras aves (sobretudo pombos) que coloquem em risco a segurança das aterragens e descolagens. E a polícia da Holanda optou mesmo por treinar águias para caçarem drones (Observador)


Piloto filma meteorito na costa leste dos EUA

Um meteorito terá passado nos céus da costa Leste dos EUA no passado sábado, de acordo com centenas de relatos. Um avião filmou-o. Meteoritos a passar no céu e vistos da Terra não são propriamente novidade - embora a atração por estes objetos espaciais seja enorme. No caso do meteorito que terá passado pela costa leste dos EUA no sábado passado a grande novidade acaba por ser o filme registado por um avião, que tinha uma GoPro numa das asas. O piloto Mike Grossman apanhou o que pode ser o flash de fogo do meteorito, instante antes de aterrar em Newark, Nova Jérsia. O rasto deste meteorito foi visto do sul do Canadá à Carolina do Norte (aqui)

Assista ao momento em que Dilma é vaiada no Congresso


Momento aterrorizante: avião ia atingindo turistas


Um cão, um vício e uma deficiência. Vídeo está a emocionar a internet