O primeiro-ministro garante que não foi por causa das eleições que
recusou discutir a renegociação da dívida grega. Passos Coelho reagiu assim à
entrevista de Jean-Claude Juncker, que revelou Portugal, Espanha e Irlanda se
opuseram a debater um alívio por causa do calendário eleitoral. Ora, Passos
Coelho diz que estas declaração são apenas "meia verdade", "meio
mal-entendido".
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domingo, 26 de julho de 2015
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Passos referiu-se a Portas como "líder do principal partido da oposição"
À pergunta sobre se foi gaffe, o gabinete do Primeiro Ministro não esclarece o sentido da frase no debate, que foi marcado por casos como o elogio de Dias Loureiro, o sms de Paulo Portas e a biografia autorizada de Passos Coelho. Catarina Martins tinha criticado o elogio do primeiro ministro a Dias Loureiro. A indignação dos bloquistas tinha o tamanho do buraco do BPN
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