segunda-feira, 13 de julho de 2015

A infindável crise na Grécia

Tsipras reconhece que não vai ser fácil implementar acordo
O primeiro-ministro grego afirmou hoje que a implementação do acordo alcançado hoje não será fácil. Alexis Tsipras disse que o seu Governo travou uma "batalha dura" durante seis meses e "lutou até ao final por um acordo que permitirá ao país recuperar-se", no final da cimeira da zona euro.
***
A mais longa cimeira da União Europeia
É considerada a mais longa cimeira de sempre na história da União Europeia. O acordo com a Grécia só foi conseguido depois de quase 17 horas de negociações. Recuperamos aqui os principais momentos.
***
Empresários gregos já não conseguem pagar matéria-prima
Com os bancos encerrados, as empresas gregas começam a fechar. Os empresários acreditam que este acordo que a Grécia conseguiu em Bruxelas vai trazer mais recessão. Mas também dizem aos enviados da SIC que não havia alternativa.
***
Cartoonistas de todo o mundo desenham sobre a crise na Grécia
O impasse e a maratona das negociações sobre a Grécia não escaparam ao olhar dos cartoonistas
***

Austeridade pode levar a demissões no Governo grego
O primeiro-ministro da Grécia reuniu já o governo para aprovar o pacote de austeridade até quarta-feira. Mas a divisão no Syriza é cada vez mais evidente, com o ministro do Trabalho a falar mesmo em eleições antecipadas. Neste cenário, poderão ser os votos da oposição a salvar o acordo
***
Dívida grega é a terceira maior do Mundo
Um dos temas que mais dividiu os líderes europeus foi o que fazer à gigantesca dívida pública da Grécia. São 320 mil milhões de euros, ou seja 177% do Produto Interno Bruto. E vai piorar quando somarmos o dinheiro do terceiro resgate que pode chegar aos 86 mil milhões. A dívida grega, pior dos cenários, dispara então para 406 mil milhões de euros, 224 por cento do PIB, ou seja mais do dobro de toda a riqueza produzida no país e a segunda maior dívida do mundo.
***

Programa de estágios remunerados alvo de críticas na Grécia
Com a Grécia no limiar da bancarrota, a União Europeia tem procurado contrariar os níveis de desemprego no país. Mas há um programa que promove estágios a jovens desempregados que está a levantar fortes críticas. Muitos defendem que a iniciativa fomenta trabalho gratuito que não resulta em contratações.

Sem comentários:

Enviar um comentário