O governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, avisa
que haverá novos despedimentos no Novo Banco, se a instituição não for vendida
até julho do próximo ano. Ouvido no Parlamento, Carlos Costa voltou a dizer que
a saída de trabalhadores foi acordada entre o Estado e a Comissão Europeia, e
rejeitou culpas neste processo.
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