Joaquim Barroca, administrador do Grupo Lena, terá
admitido ao Ministério Público que comprou a um primo de José Sócrates, por um
milhão de euros, duas offshores que posteriormente passou para a mão de um
colaborador de Carlos Santos Silva, sem ter recebido nada por isso. A
investigação suspeita que tenha sido mais um esquema para transferir dinheiro
ilícito do ex-primeiro-ministro.
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