terça-feira, 10 de novembro de 2015

Cortou 950 mil euros em notas para evitar disputas na herança

As notas foram encontradas pelos trabalhadores do lar onde a mulher residia, recortadas em pequenos pedaços e espalhadas em cima da cama. O dinheiro foi posteriormente guardado e contado e revelou uma quantia perto de um milhão de euros. Foram ainda encontradas no local cadernetas de contas de poupança nas mesmas condições. O mistério foi analisado pela polícia, que suspeita que a idosa terá utilizado tesouras para cortou o dinheiro com o objetivo de evitar discussões na partilha dos bens. Porém, o procurador austríaco Erich Habitzl declarou que não era possível ajudar os familiares, já que "não se trata de um caso criminoso", não tendo sido, por isso, iniciada uma investigação. No entanto, o Banco Central da Áustria (OeNB) afirmou que irá repor todo o dinheiro. "Se os herdeiros apenas encontram pedaços de dinheiro, e se a sua origem for comprovada, então claro que iremos repô-lo", declarou Friedrich Hammerschmidt. A idosa, cuja entidade não foi revelada, tinha-se mudado para o lar apenas cinco dias antes de morrer, na semana passada. As notas foram encontradas pelos trabalhadores do lar onde a mulher residia, recortadas em pequenos pedaços e espalhadas em cima da cama. O dinheiro foi posteriormente guardado e contado e revelou uma quantia perto de um milhão de euros. Foram ainda encontradas no local cadernetas de contas de poupança nas mesmas condições. O mistério foi analisado pela polícia, que suspeita que a idosa terá utilizado tesouras para cortou o dinheiro com o objetivo de evitar discussões na partilha dos bens.
Porém, o procurador austríaco Erich Habitzl declarou que não era possível ajudar os familiares, já que "não se trata de um caso criminoso", não tendo sido, por isso, iniciada uma investigação. No entanto, o Banco Central da Áustria (OeNB) afirmou que irá repor todo o dinheiro. "Se os herdeiros apenas encontram pedaços de dinheiro, e se a sua origem for comprovada, então claro que iremos repô-lo", declarou Friedrich Hammerschmidt. A idosa, cuja entidade não foi revelada, tinha-se mudado para o lar apenas cinco dias antes de morrer, na semana passada (aqui)

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